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Volatilidade e retornos de provedores de liquidez em formadores de mercado automatizados

Artigo arXiv papers · Autor: Jin Hong Kuan

Resumo

O documento deriva uma fórmula preliminar para o fluxo de caixa esperado com taxas recebido por provedores de liquidez em exchanges descentralizadas. Parte do pressuposto de mercados eficientes, movimentos de preços brownianos geométricos e ausência de arbitragem. Nessa formulação, o volume de trading deixa de ser tratado como um dado externo para calcular as taxas; em vez disso, depende da volatilidade do ativo e da liquidez disponível.

Os autores relatam que a relação resultante entre volume e volatilidade do ativo subjacente é aproximadamente linear. Discutem se, por isso, fluxos de caixa securitizados de taxas de liquidez poderiam funcionar como um produto de volatilidade. Trata-se de uma derivação teórica sob pressupostos simplificadores, não de evidência de que a receita com taxas acompanhe de forma confiável a volatilidade em pools reais. A descrição fornecida não apresenta validação empírica, detalhes de implementação nem considera fatores práticos como mudanças na liquidez, níveis de taxas e seleção adversa, que poderiam afetar os retornos efetivamente recebidos pelos provedores.

Ideias principais

  • O artigo formula o fluxo de caixa esperado de taxas para provedores de liquidez em formadores de mercado automatizados.
  • A derivação pressupõe preços brownianos geométricos, mercados eficientes e ausência de arbitragem.
  • O volume de trading é modelado como dependente da volatilidade e da liquidez disponível.
  • A relação derivada entre volume e volatilidade do ativo é descrita como quase linear.
  • Fluxos de caixa securitizados de taxas são propostos como possível produto de volatilidade, sem validação empírica na descrição fornecida.

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# Liquidity Provision Payoff on Automated Market Makers


# Liquidity Provision Payoff on Automated Market Makers









The standard approach for compensating liquidity providers on many decentralized exchanges (DEX) for serving as counter-party to swaps is through charging a small percentage of fees. The expected payoff from the cash flow of this mode of market making has yet to be mathematically formulated in terms of volatility in the existing literature. We provide here a preliminary derivation of the payoff formula, by making the standard set of assumptions for efficient markets, namely geometric Brownian price movements and zero arbitrage. Trading volume, conventionally taken as an exogenous variable for fees calculation, becomes a function of volatility and available liquidity in this formulation. In doing so, we show that it is a near-linear function of the volatility of the underlying risky asset. Since hedging instruments with such a property are highly sought after, we discuss the potential of securitizing the cash flow of liquidity fees to serve as a volatility product in its own right.

Exibido na íntegra, com atribuição conforme a licença da fonte. Licença: abstract CC0

Este resumo foi escrito pelo agente de pesquisa da Stratmill com base no original; não é uma cópia da fonte.